Christian Louboutin recria os famosos sapatos de Cinderela

Com solas vermelhas, Christian Louboutin recria o sapatinho de cristal de Cinderela

O designer de sapatos Christian Louboutin recriou, em parceria com a Disney, o famoso sapatinho da Cinderela. A peça foi revelada durante a semana de alta-costura de Paris, que termina nesta quinta (5).

“Cinderela não é só um personagem icônico quando o assunto é beleza, graça e amor de conto de fadas, mas também sapatos”, explica o designer Christian Louboutin, em comunicado da Disney.

Para ele, os mundos da fantasia e da confecção de sapatos colidiram em perfeita harmonia quando ele foi convidado pela Disney para reinventar o famoso sapatinho da princesa. Claro que a peça tem solas vermelhas, marca registrada de Louboutin.

A criação é uma homenagem ao lançamento mundial da edição diamante de “Cinderela” em Blu-Ray, prevista para o segundo semestre deste ano.

Segundo comunicado da Disney, uma promoção vai premiar 20 ganhadoras com pares do sapato de Louboutin. As regras da promoção ainda não foram divulgadas, mas é possível acompanhar as novidades da empresa no Twitter oficial (@twdcnoticiasbr).

Transparente, sapato de Louboutin é feito de renda e aplicações de cristais

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Se chover, faça como Angelina Jolie e vá de Hunter

Em cena do filme “Sr. e Sra. Smith” (2005), Angelina Jolie usa galocha Hunter vermelha

As botas Hunter são ótimas para esse inverno chuvoso. Na época das chuvas intensas, elas se tornam ainda mais úteis, tanto na cidade quanto no campo. Essas galochas ficaram conhecidas por serem usadas por membros da família real inglesa, pois são perfeitas para caça. O calçado também era usado pelo exército, já que a impermeabilidade dessas botas é garantida.

Lady Di também não resistiu     às botas Hunter

A marca foi criada em 1856, na Escócia, pelo empresário norte-americano Henry Lee Norris. No ano em que abriu as portas, apenas quatro pessoas trabalhavam na fábrica em Edimburgo. Em 1856, a Hunter já reunia cerca de 600 funcionários. Ou seja, já no século 19, a marca virou desejo de consumo. Na Primeira Guerra Mundial, as produções alavancaram ainda mais. Segundo a própria Hunter, 1,185,036 milhão de pares foram feitos para o exército britânico. O que era fashion virou necessário.

Mas além de úteis para quem deseja ficar com os pés secos durante um festival, uma caminhada ou até uma guerra, por exemplo, as botas Hunter são estilosas e usadas com frequência pelas famosas. O figurinista Michael Kaplan, conhecido por trabalhar com Brad Pitt em “Seven – Os Sete Crimes Capitais” (1995) e em “O Clube da Luta” (1999), foi o responsável por incluir as botas Hunter na cena da imagem acima, do longa “Sr. e Sra. Smith” (2005).

No Brasil, infelizmente não tem uma loja da Hunter, mas é possível encontrar essas botas na Ludique et Badin. Claro que, por aqui, uma bota dessas sai, no mínimo, por R$ 500, enquanto um modelo mais simples, de cano alto, sai por uns R$ 300 no Reino Unido. Dê uma olhada no site oficial da marca para ficar com gostinho. Na imagem abaixo, já dá para ter uma ideia do que esperar.

Qual cor você prefere?

“Sr. e Sra. Smith”
Ano: 2005
Direção: Doug Liman
Figurino: Michael Kaplan

E Deus criou as sapatilhas!

Brigitte Bardot aparece usando uma sapatilha Cendrillon em pôster de “E Deus Criou a Mulher”

Foi na década de 50, graças a Brigitte Bardot, que as sapatilhas se popularizaram. Usado basicamente por dançarinos de balé, o calçado se restringia aos palcos.

Até que Brigitte, que fez balé por um bom tempo, pediu para Rose Repetto, dona de uma pequena oficina de sapatilhas de balé, fazer alguns pares para que ela usasse no filme “E Deus Criou a Mulher” (1956).

O sucesso foi imediato. As sapatilhas Cendrillon, de Cinderella em francês, eram leves, confortáveis e ficaram extremamente sensuais nos pés da diva. Claro que os calçados imediatamente viraram objetos de desejo e começaram a ser fabricados em escala comercial. Com o tempo, as sapatilhas foram ganhando diversas formas.

Até hoje, mulheres usam o modelo Cendrillon. A cantora Amy Winehouse era fã e não as tirava do pé, fato que ajudou a popularizar o calçado nos anos 2000.

“E Deus Criou a Mulher”
Ano: 1956
Direção: Roger Vadim
Figurino: Não creditado